Entre a pop e alguma folk, numa viagem diferente mas feita sempre com o mesmo génio. É assim “Finito L’Amore”.
Os rapazes não são novos e têm todo o tino para saber exactamente o que fazem. Melhor ainda, o que querem. Editado em CD, “Finito L’Amore” está organizado em dois lados; às vezes diferentes mas sem nunca perderem uma semelhança de base. Se assim o pensaram, melhor o fizeram. Os Corsage oferecem-nos um lado A mais aberto, de uma frescura pop, de brincadeiras levadas muito a sério. De grande serenidade; suavidade. Depois, temos um lado B mais expansivo; não tanto na alegria expressa, mas na forma como se espraie por outros terrenos estéticos. Estilisticamente mais abrangente, o outro lado leva os sons dos Corsage para áreas como a folk, Nino Rota ou Vaudeville, como nos referiu em tempos, Nuno Damião. Sem nunca perder uma acentuada veia pop, há canções mais divagantes, fruto até de variadas combinações instrumentais, como as nascidas do trompete, clarinete-baixo, violino ou acordeão. Sobre o fundo, são como que pequenas histórias, contadas com Frederico Fellini no horizonte.
Um regresso em cheio e cheio de bom gosto, aquele que nos foi proporcionado pelo grupo de Pedro Temporão (baixo), Henrique Amoroso (voz e percussão), Carlos A. Santos (teclados e acordeão), Nuno Damião (guitarras e sopros) e Rui Coelho (bateria). Entre os convidados estão ainda os nomes de Sanja Chakarun (voz), Gonçalo Lopes (clarinete) e Carlos Santa Clara (violino). A produção foi de Hélder Nelson e da própria banda.
Rui Dinis (a-trompa.net)
terça-feira, 25 de agosto de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
Rádio Zero
Corsage, a Banda Lisboeta que deseja o regresso do bom gosto da POP com o seu mais recente trabalho “Finito L’Amore”, uma sonoridade repleta de vibrações ora introspectivas ora ritmadas. Um disco pensado com um todo mas com particularidades, que tornam cada um dos 14 temas numa obra-prima distinta.
Revista Sábado
“A mais romântica das bandas portuguesas independentes leva à sala Nietsche do Braço de Prata uma selecção das melhores canções do muito aclamado álbum “Finito L’Amore". Imaginativos, bem ritmados, divertidos e às vezes introspectivos,os Corsage são uma grande revelação da música nacional.” Em GPS, guia semanal da Revista Sábado, 07/05/2009
Cotonete
"(...) Finito L' Amore" é o primeiro longo de estreia do quinteto da Grande Lisboa que, entre vários mimos, nos apresenta uma atraente faixa de abertura que não podíamos deixar de sugerir no Cotonete Play: chama-se 'All Their Faces'.A música em questão acentua a individualidade e a razão de existência do grupo, num corte umbilical mais consistente com o universo Tindersticks/Leonard Cohen dos Raindogs. 'All Their Faces' lembra a grandeza de alma dos inesquecíveis Triffids (uma das grandes bandas australianas dos anos 80), muito por causa do doce combinado vocal entre Henrique Amoroso e a convidada do disco Sanja Chakarun a lembrar, pelas melhores razões, o intercâmbio que existia entre o guitarrista e líder David McComb e a teclista Jill Birt que dava uma química especial ao sexteto de Perth." Gonçalo Palma no site Cotonete 11/05/2009
My Magazine
Welcome to Lisbon's view over worldwide trends.
I'm C. Kaplan: journalist, innerpreneur, cultural life voyeur & trends digger
my.magazine.blog@gmail.com
It’s a new romantic indie band from Lisbon. Their 1st album «Finito L’Amore» conquered the critics and the audience’s in a glance. Indifference is imposible.
Depois de lançarem o disco «Finito L’Amore» os Corsage conquistaram unanimemente a crítica e o público. Indie romântica divertida como Lisboa ainda não tinha conhecido. A não perder as datas de Lisboa e Porto em Junho.
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It’s a new romantic indie band from Lisbon. Their 1st album «Finito L’Amore» conquered the critics and the audience’s in a glance. Indifference is imposible.
Depois de lançarem o disco «Finito L’Amore» os Corsage conquistaram unanimemente a crítica e o público. Indie romântica divertida como Lisboa ainda não tinha conhecido. A não perder as datas de Lisboa e Porto em Junho.
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