sábado, 6 de junho de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Prémios Internacionas da Música e Criação Independente
O júri dos Prémios internacionas da Música e Criação Independente, constituído por: Julio Ruiz (Director do Discogrande da Radio 3); Lara López (directora da Radio 3); Merche Yoyoba (redactora do Miradas 2 da TVE); Lucas Arraut (director do EP3, do diario El País); Silvia Grijalba (redactora do diario El Mundo); Ignacio Julia (director da revista Ruta 66); Janina Canet (directora da revista Go Mag; Jorge Vileilla (chefe de redacção da revista Arto e Juan Pedro (director dos Premios de la Música y la Creación Independiente) decidiu atribuir o prémio de melhor grupo português 2009 aos Corsage pelo seu recente disco "Finito L'amore".
A lista de todos os premiados será divulgada em Junho.
A cerimónia de entrega dos prémios acontecerá no próximo dia 26 de Setembro no Gran Teatro de Cáceres onde os Corsage interpretarão dois temas do seu mais recente disco.
A lista de todos os premiados será divulgada em Junho.
A cerimónia de entrega dos prémios acontecerá no próximo dia 26 de Setembro no Gran Teatro de Cáceres onde os Corsage interpretarão dois temas do seu mais recente disco.
domingo, 3 de maio de 2009
Rádio Radar
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Crítica no Blog Santos da Casa
Pop de fino recorte. Do melhor que a música portuguesa nos deu este ano, até a presente data. São canções singelas, carregadas de uma leveza que nos deixa com um sorriso nos lábios. Mas atenção que apesar de tudo, estes 14 temas transportam dentro de si um conjunto de pormenores que tornam estas canções maiores.
Estamos perante um disco que transpira glamour. Que aqui e ali nos lembra os Roxy Music. Um discos que por causa da voz de Henrique Amoroso nos remete por vezes para o som dos Tindersticks. Canções que a espaços devem alguma coisa à musica latina e tropical. Sons que por instantes nos remetem para um qualquer cabaret.
“Finito L’Amore“ é um disco pensado no seu todo. Nenhum detalhe é descurado. A produção é discreta, deixando os artistas brilharem. A capa veste bem a música.
Depois de um primeiro EP com algum brilho, que revela já um grupo coeso, com músicos com um passado recente crivado de boas canções noutros projectos, a espera foi se calhar muita, o que pode ter deixado os mais crentes com alguma falta de confiança.
Agora quebra-se o gelo, com estas deliciosas canções, que merecem toda a nossa atenção.
Num disco a querer lembrar os de vinil, com o lado A e B a completarem-se na perfeição (afinal o CD só tem um lado), apesar de no B estarem os temas mais íntimos, “Finito L’Amore”/ “L ‘Amore Infinito”, não tem canções a valerem umas mais do que outras. É uma obra homogénea.
Estamos assim perante um registo apaixonante, onde a imaginação voa ao som de cada tema. Como se estivéssemos num trapézio, num qualquer circo.
Resta agora pedir aos Corsage, para que o tempo de espera seja compensado em palco.
Sim porque isto foi “Amore” à primeira vista. Ou melhor à primeira audição.
Nuno Ávila
Estamos perante um disco que transpira glamour. Que aqui e ali nos lembra os Roxy Music. Um discos que por causa da voz de Henrique Amoroso nos remete por vezes para o som dos Tindersticks. Canções que a espaços devem alguma coisa à musica latina e tropical. Sons que por instantes nos remetem para um qualquer cabaret.
“Finito L’Amore“ é um disco pensado no seu todo. Nenhum detalhe é descurado. A produção é discreta, deixando os artistas brilharem. A capa veste bem a música.
Depois de um primeiro EP com algum brilho, que revela já um grupo coeso, com músicos com um passado recente crivado de boas canções noutros projectos, a espera foi se calhar muita, o que pode ter deixado os mais crentes com alguma falta de confiança.
Agora quebra-se o gelo, com estas deliciosas canções, que merecem toda a nossa atenção.
Num disco a querer lembrar os de vinil, com o lado A e B a completarem-se na perfeição (afinal o CD só tem um lado), apesar de no B estarem os temas mais íntimos, “Finito L’Amore”/ “L ‘Amore Infinito”, não tem canções a valerem umas mais do que outras. É uma obra homogénea.
Estamos assim perante um registo apaixonante, onde a imaginação voa ao som de cada tema. Como se estivéssemos num trapézio, num qualquer circo.
Resta agora pedir aos Corsage, para que o tempo de espera seja compensado em palco.
Sim porque isto foi “Amore” à primeira vista. Ou melhor à primeira audição.
Nuno Ávila
Subscrever:
Mensagens (Atom)
